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10/08/2008 19:20
Posso dizer que o toque libera prazer.
Nos lugares mais inexplicáveis
As pessoas mais diferenciadas
No gole de vodka percebi teu interesse
No voar da música, copnigo defender verdades que até então desconhecia, ou havia tempo que não lembrava.
Esqueci que também existem pessoas que me olhavam de maneira fixa
E ali do lado a mão gelada do frio, pela caminhada inicial
A fumaça, um olho meio rasgado.
Uma dúvida e uma intriga, um nome que insiste em ficar na boca.
Uma dose de whiski. Um convívio integral de amizade.
Eu, vocês, eles.
Nós.
Ana Carolina ditava a música no telão. Comeu e bebeu a Madonna, lembro.
Dose de interesse? Dose de amor? Mas tão primordial quanto sentir saudade.
E se foi... sumiu na escuridão depois do abraço.
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Sexta e sábado teve a inauguração de um barzinho bem massa aqui em BC. DUO LOUNGE. Vale a pena conferir!!!
DIA DOS PAIS HOJE!!! PARABENS MEU PAI!!! SENHOR ADEMIR.
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ATÉ A PRÓXIMA!!!
enviada por Tajan
29/07/2008 19:54
Nossa, saudade de ver isso aqui bombando, idéias que adentravam minha mente eu expunha de tal forma que ficassem registradas pra sempre. Como se uma Caneta Bic inteirinha fosse gasta em forma de palavras, em forma de teclado, na tela branca no post do BLIG.
Fico imaginando quantas vezes ficava horas e horas postando mensagens subliminares, recados direcionados, frases diretas para quem estivesse do outro lado. Mas me deparo com a exclusão do mundo digital em forma de palavras. Eu mesmo, atingido pela febre de orkut, fotolog, acabo me dispersando e esquecendo de postar momentos ímpares e mágicos.
Não abandono isso aqui por nada. Não é regra postar sempre, nem ler sempre. Mas é regra ter guardado o que me faz feliz e me triste, em forma de registro notável, guardado a sete chaves, mas para o mundo inteiro ler.
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Vem, deixa eu me descobrir denovo!
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Até a próxima!!!
enviada por Tajan
05/06/2008 14:49
Como são as coisas. Por um instante estamos aqui e por outro momento já não estamos mais.
Mexe comigo a sensação de que os dias começam a sair pouco a pouco de minha vida. Cheguie talvez a na idade de reflexão, embora para muitos ela possa ser pouca, meus 25 anos estão aí, sendo que um dia tenho certeza de que já não estarei mais entre vocês, e que talvez somente estas palavras, registradas aqui, como forma de desafabo e de confissão sejam as última lembranças que tenham de mim. Os 25 anos já me ensinaram a viver de duas forma, já amei uma pessoa, já amo outra, já fui feliz e fiz sexo por prazer, já fiz por amor, já tive quem contar segredos, hoje não tenho mais, já joguei vôlei e basquete, jhoje apenas musculação na únioca hora corrida do meu dia a dia. É o estranho mundo, que nos embriaga de afazeres e nos condena a uma única certeza... ir aos poucos aprendendo a conviver com as perdas, e alemjar sempre um futuro brilhante. penso que ainda irei á Lua, que estarei na Antártida, que pegarei um jacaré nas mãos, às vezes a televisão me mostra mundos que eu acredito um dia poder conhecer. Não sei se é assim com todo mundo, mas comigo é.
Abraços pra todos. Tajan
enviada por Tajan
31/03/2008 16:53
A MORTE!!!
Ontem fez dois meses que minha irmã se foi! Dois meses que se passaram, e a saudade diária me consumindo sempre. Graças a Deus que quase sempre vem acompanhada de risos, pois todos os momentos que vivemos juntos foram incrivelmente risórios.
Sabe Maninha, acabei de ver em meu computador mais de 100 fotos contigo, cada cara que você fazia, cada gesto, cada detalhe, reparei em tudo, tudo mesmo, até na sua gordurinha que você odiava. Aiai, quanta lembrança boa, tudo no seu tempo certo e como sempre me chamavas de Meu Lisinho, mesmo com essas espinhas na cara. Tem gente que diz que a morte é uma separação, e algumas pessoas até me questionam se eu choro quando lembro de você, minha eterna melhor amiga. Respondo que não, que não choro, mesmo que às vezes o meu travesseiro fique molhado por derrubar algumas lágrimas. Mas na grande maioria das vezes, me sinto feliz por ter feito parte da sua história e ter conhecido todos os seus amores. talvez tenha sido difícil te ver dentro daquele caixão de madeira, sem falar comigo quando te beijava as mãos frias, mas aquelas imagens finais não chegam perto de todas as vezes que te pegava nas mãos quentes, seja ela para dançar comigo, para contar um segredo, para me revelar amores ou para me fazer sorrir até a barriga doer.
Hoje deu saudade, e me deu vontade de escrever para você. Te amo mana, te amo amiga, te amo Ju!

NA FOTO: EU E JULIANA
enviada por Tajan
30/01/2008 15:02
Quando completei 17 anos decidi que seria ator.
A arte me embelezava as idéias, me fazia viajar nos textos, nas decorebas, nos flashes e no sucesso.
Aos 18 resolvi ser jornalista, talvez movido pela minha força e capacidade de falar, falar e falar.
Escrever também sempre foi meu forte. Salve as aulas de português, como eu gostava de concordar verbos, juntar pronomes e identificar sustantivos, sejam eles simples como a minha vida ou compostos, como meu presente.
Passei na faculdade, fiz coisas que só Deus sabe, estudei, me dediquei, fiz até estágio. Na faculdade sempre tirei notas altas, e percebia que aquilo ali era realmente o que estava me movendo e me levando adiante. Não é fácil mudar de cidade, enfrentar a vida de frente e chegar onde cheguei.
Neste tempo namorei meninas incríveis, conheci pessoas memoráveis, me transformei em um alquimista, me via descobrindo coisas novas a cada dia.
Concluí minha faculdade em 2006, mas minha formatura só veio agora em 2008, depois de muita espera e de muito esforço. Sempre me considerei jornalsita pelo fato de já ter acabado a faculdade, mas percebi que só sou jornalista de verdade depois de entrar naquele estádio cheio de pessoas, com meus pais me assistindo, com pessoas que eu gosto me aplaudindo e tirando fotos. Sim, a emoção me dominou, me debulhou em lágrimas, algumas vezes engolidas ao som de músicas que mexiam com todos. Mas finalmente, eu venci! Venci porque tive um pai que me sustentou por 4 anos numa cidade distante, que pagava meu aluguel, minha faculdade, meus gastos e até minhas festas. Venci porque tive uma mãe que sempre me direcionou para caminhos positivos. Venci porque também tenho uma irmã que sempre me alertou e me fez seguir em frente. Venci porque nestes anos passaram por mim amores que me fizeram seguir adiante, me faziam vencer, insistiam para que eu continuasse. Especialmente este último amor, que acredito ser o meu grande e verdadeiro. Não que as outras não tenham sido, mas cada amor de uma forma diferente.
Venci e agora estou pronto. Pronto não, porque acredito que a vida seja um eterno aprendizado. Mas digamos que preparado... para enfrentar mais etapas a serem percorridas com gosto!
Por: Tajan Noernberg, em 30/01/2008

enviada por Tajan
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